terça-feira, 10 de novembro de 2009

Backup do Gmail com o Getmail...

Como vivo nas nuvens, faz um bom tempo que acesso os meus e-mails somente pelo navegador. Hoje em dia, salvo em casos bem específicos, não faz mesmo muito sentido possuir um cliente de e-mail instalado no computador. Entretanto, lembrando Murphy, seja uma indisponibilidade do Gmail ou alguem sequestrando a sua conta, algo sempre pode dar errado. E não ter uma cópia dos seus e-mail numa hora dessas não é uma boa idéia.

Para resolver isso, procurei o oráculo, e ele de meu uma solução: Getmail (aqui e aqui).

O Getmail é um programa via linha de comando que permite receber os e-mails de uma ou mais caixas postais e encaminhar para um arquivo ou um MDA.

Para receber os e-mails do Gmail, basta instalar o programa e criar o arquivo de configuração em ~/.getmail/getmailrc. Eu configurei desta forma:

# cabeçalho padrão para acesso do Gmail via IMAP.
# Pode-se usar o Getmail via POP3 tambem.
[retriever]
type = SimpleIMAPSSLRetriever
server = imap.gmail.com
username = meu_usuário
password = minha_senha

# Quando se acessa via IMAP, é possível configurar qual(is) pasta(s), ou marcador(es), se quer baixar.
mailboxes = ("2009", )

# Destino dos arquivos. Pode ser para um arquivo no formato mbox ou uma pasta de e-mails no formato maildir. Cada um tem suas pecularidades. Para o backup eu prefiro o maildir. Entretanto, utilizo o mimeStrip.pl (ver abaixo) com o formato mbox, então configurei para usar os dois. As pastas (cur, new, tmp) e, ou, o arquivo deverão ser previamente criadas.
[destination]
type = MultiDestination
destinations = ('[mboxrd-destination]', '[maildir-destination]')

[mboxrd-destination]
type = Mboxrd
path = ~/tmp.mbox

[maildir-destination]
type = Maildir
path = ~/Documentos/Mail/2009/

# Um log para dar uma olhada quando se precisa é sempre bom.
[options]
verbose = 0
message_log = ~/.getmail/gmail.log
read_all = false

Configurado, basta chamar getmail na linha de comando.

Para facilitar mais um pouco minha vida, misturei isso tudo com essa dica aqui, que sugere a utilização do script em perl mimeStrip.pl. Como em alguns e-mail o que realmente interessa é o que esta em anexo, aproveito o backup que faço do Gmail, e através do arquivo mbox que foi criado utilizo o script para extrair os anexos e salvar tudo numa pasta.

Importantes anexos extraídos pelo mimeStrip.pl

Por fim, misturei tudo num script, que eu chamo de hora em hora, pelo crontab:

touch ~/tmp.mbox
getmail
~/Documentos/Mail/mimeStrip.pl --in ~/tmp.mbox --out /dev/null --dir ~/Temp/0mail/
rm ~/tmp.mbox

F.M.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Backup Incremental com o Mutt + sSMTP + Gmail...

Um dia, mais cedo ou mais tarde, acontece. Pode ser por um arquivo corrompido ou deletado, ou por um disco danificado, ou por uma partição formatada, ou por inundação, incêndio, explosão, ou por qualquer outra coisa. Um dia você vai perder aquele(s) arquivo(s) super-hiper-importante(s), vai lembrar que o último backup existente é de uns 3 meses atrás e se arrepender de não ter parado 10 minutos no dia anterior para fazer uma simples cópia de tudo.

Há um bom tempo tenho feito grandes backups de todos meus arquivos, em CD/DVD e num velho disco removível. Só que entre um backup e outro havia um espaço de 1, 2, ..., n meses, e os novos arquivos criados e as modificações ficavam sem cópia por um bom tempo. Felizmente, nos últimos anos, não precisei recuperar arquivos, mas é bom estar prevenido. Pensei, pesquisei, e arquitetei um backup incremental usando o Mutt + sSMTP + Gmail + algumas coisinhas.

O Mutt é um cliente de e-mail, e sua principal característica neste projeto é que pode-se enviar por ele um e-mail através da linha de comando. O sSMTP é um servidor "simplificado" de correio eletrônico, necessário para ser utilizar o Mutt. O Gmail dispensa apresentação. O Tar é uma ferramenta em linha de comando para empacotar arquivos. O cron, o agendador de tarefas da família Unix.

Como misturei tudo??? Simples. Comecei criando um script em shell, com o comando tar fazendo um backup incremental.
tar -cvzf /pasta_para_backup/bck_diario_`date +%Y%m%d`.tgz --exclude=bck* --exclude=*.com --newer-mtime `date -d '2 day ago' +%Y-%m-%d` /pasta_para_backup/* >> /pasta_para_backup/bck_diario_`date +%Y%m%d`.log
Opções utilizadas:
-c, cria um novo arquivo;
-v, informa cada arquivo copiado. A listagem é redirecionada, gerando um arquivo de log (>> /pasta_para_backup/bck_diario_`date +%Y%m%d`.log);
-z, comprime o arquivo de backup gerado com o gzip;
-f, nome do novo arquivo de backup a ser criado. Utilizo o comando Date com o opção %Y%m%d para criar parte do nome do arquivo de backup e de log. Os nomes dos arquivos gerados hoje, por exemplo, foram bck_diario_20090818.tgz e bck_diario_20090818.log;
--exclude, exclui alguns arquivos do backup. O --exclude=bck* exclui a si mesmo, os demais arquivos de backups existentes e os arquivos de log, já que salvo tudo na mesma pasta onde realizo os backups. O Gmail recusa alguns tipos de anexos, mesmo dentro de um arquivo tgz, como executáveis, e arquivos compactados dentro de outros arquivos compactos. Utilizo a opção --exclude=*.com por que o Pidgin salva certificados com o nome do servidor, como por exemplo login.live.com. Esse arquivo não é um executável, é um simples certificado em ASCII, mas se tentar enviar para o Gmail, o e-mail vai ser recusado;
--newer-mtime, faz a cópia somente dos arquivos modificados e criados após a data informada. Eu utilizo date -d '2 day ago' +%Y-%m-%d para fornecer a data de dois dias atrás. O backup é feito diariamente. Escolhi dois dias para minimizar eventual falha num dia;
e, para terminar, o local onde devem ser procurados os arquivos. O /pasta_para_backup/* inclui as subpastas.

E para mandar os arquivos para o Gmail, utilizo o Mutt.
echo "Backup encerrado em `date`" | mutt -s "Backup `date +%Y%m%d`" -a /pasta_para_backup/bck_diario_`date +%Y%m%d`.tgz /pasta_para_backup/bck_diario_`date +%Y%m%d`.log -- email@do_destino.com.br
Um forma simples do chamar o Mutt na linha de comando para enviar uma mensagem é corpo_da_mensagem | mutt -s assunto_da_mensagem -a anexo_da_mensagem -- email@do_destino.com.br. Utilizo o comando Date da mesma forma que utilizo para criar o arquivo tar, por isso o bck_diario_`date +%Y%m%d`.tgz. Eu utilizo o Mutt, e o sSMTP, somente para essa função, então eles não estão corretamente configurados. Para que eles funcionem, é preciso configurar dois arquivos.

No arquivo de configuração do Mutt, o .muttrc, normalmente na raiz da pasta do usuário, é preciso, no mínimo, configurar a forma de envio dos e-mails.
set sendmail="/usr/sbin/ssmtp -auemail@do_remetente.com.br -apsenha_do_email"

No arquivo de configuração do sSMTP, o ssmtp.conf, em /etc/ssmtp/, as configurações do Gmail.
FromLineOverride=NO
Mailhub=smtp.gmail.com:465
UseTLS=YES
E para que isso funcione automaticamente, incluí uma linha no arquivo crontab, chamando o script uma vez por dia.

Basicamente, é isso.

O Mutt, por não estar totalmente configurado, cria um arquivo sent na pasta do usuário. Incluí um rm /pasta_para_backup/sent no final do shell script para exclui-lo.

Na dúvida se foi ou não foi, olho os logs mail.err, mail.info, mail.log, mail.warn e syslog, todos na pasta /var/log/.

F.M.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Guardando as senhas em segurança com o GnuPG...

Um dos problemas que assolam a todos na sociedade pós internet é guardar n senhas dos n sítios que nos cadastramos web a fora. Como é difícil guardar no cérebro n senhas diferente, uma para cada coisa, usar a mesma senha para tudo parece ser uma boa idéia. E de preferencia uma senha facilmente lembrável, como "senha", "123456", "qwerty" ou "pussy" (sim, acredite, a 5ª senha mais usada de todos os tempos). Obviamente, isso não é uma boa idéia.

Para resolver este problema, já fazia algum tempo que eu usava uma solução caseira. Eu tinha criado um arquivo em html com todas as minhas senhas, criptografadas por uma máquina enigma adaptada do código sugerido no artigo Máquina Enigma e encriptação em XOR. Isso já afastaria 99,9% do problema, já que os dados estariam seguros contra um eventual bisbilhoteiro. Salvo se este bisbilhoteiro entendesse um pouquinho de criptoanalise, já que a quebra deste tipo de criptografia é muito conhecida, podendo ser feita em questão de pouco tempo.

Para guardar bem minhas senhas e outros arquivos que devam ficar muuuuito bem guardados e em segredo, procurei uma solução mais robusta, e encontrei o GnuPG. O GPG é uma implementação completa e livre do OpenPGP, usado para assinar e criptografar dados, através de um par de chaves assimétricas, uma publica, outra privada. Resumidamente, num algorítimo de criptografia assimétrica, os dados que forem cifrados com a chave publica só podem ser decifrados com a utilização da chave privada, e vice-versa. Possui algumas interfaces gráficas, como o Seahorse, disponível nos pacotes do Ubuntu, mas preferi utilizar a consola mesmo.

Depois de criar as chaves (sugiro a leitura deste artigo), a operação se resume a dois comandos:

Cifrar o arquivo a ser guardado:
$ gpg --encrypt --armor texto.txt
Uso a opção --armor para criar um arquivo em ASCII. No caso, gerou o arquivo criptografado texto.txt.asc. Por padrão, seria criado um arquivo binário, o que geraria, neste caso, o arquivo texto.txt.gpg.

Decifrar o arquivo:
$ gpg --decrypt texto.txt.asc
Neste caso, como eu não informei o arquivo de saída (opção --output), o arquivo mostrado é visualizado no próprio terminal.

F.M.

sábado, 4 de julho de 2009

Criando Mapas para o GPS da Garmin...

Como comentei no post Gerenciando dados de GPS com o Viking..., adquiri recentemente um navegador GPS modelo eTrex Legend da Garmin. Um dos problemas ao se adquirir este e boa parte dos navegadores existentes são seus mapas, já que muitas vezes mal tem o traçado correto das principais rodovias e vias das principais cidades do Brasil, quanto mais o traçado das estradas do interior de Rodeio Bonito e arredores. E, infelizmente, fazer mapas para estes navegadores não é algo muito simples, já que os fabricantes, via de regra, não auxiliam os usuários nisso (para entender um pouco os motivos e dificuldades, sugiro a leitura do artigo Criando Mapas de Fundo para GPS Garmin™, do criador do programa GPS TrackMaker).

No Brasil, um grupo de usuários, sabedores destas dificuldades, se uniu com o intuito de construir mapas para os GPS da Garmin, o Projeto TrackSource. O grupo esta ativo, produzindo bons mapas, e inicialmente pensei em contribuir com o projeto, coletando e desenvolvendo o mapa aqui da minha região. O único problema foi que os programas utilizados eram baseados no sistemas operacional das janelinhas, e a utilização destes através do Wine se mostrou instável e improdutiva. Procurando soluções, me deparei com o OpenStreetMap.

O OpenStreetMap é um projeto que tem por objetivo fornecer a todos mapas free as in speech, sendo um projeto colaborativo, em que qualquer pessoa pode auxiliar, seja coletando dados, seja editando os mapas. O upload dos dados coletados são realizados no formato gpx, que podem ser gerados no Viking, como mencionei no meu post anterior. E o projeto possui um editor online, o Potlatch, desenvolvido em Flash, que permite a edição de mapas em qualquer navegador (possui tambem o editor JOSM, presente nos pacotes do Ubuntu, que, confesso, não usei). Em questão de minutos/horas depois de cada edição, os dados são renderizados para que todos possam se beneficiar do projeto.


E o melhor de tudo, é que o projeto não para por aí. Um dos programas oriundos do projeto é o Mkgmap, presentes nos pacotes do Ubuntu, que é um programa em Java que converte os mapas OpenStreetMap para o formato utilizado nos GPS da Garmin, de forma bem simples. Basta exportar a área do mapa desejada no formato de dados XML OpenStreetMap (*.osm), através do sitio do projeto, e sobre o arquivo gerado, dar o comando mkgmap, por exemplo mkgmap mapa.osm, que o arquivo é gerado.


Agora só falta transferir o arquivo .img gerado para o navegador GPS. Para isso, usei o Sendmap, programa que tem uma versão free as in beer, do mesmo criador do programa cGPSmapper. Depois de baixar o programa e marcar como executável, é dar o comando, no meu caso foi sendmap17Lstatic /dev/ttyS0 -u 63240001.img, e sair por aí com o GPS.

F.M.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Gerenciando dados de GPS com o Viking...

Uma das características do meu novo emprego é que em boa parte dos locais em que devo ir fica na área rural dos municípios, sendo que, por obvio, a (in)precisão do endereçamento envolvem alguns quilômetros de estrada de chão. Felizmente, em boa parte dos locais, tenho previamente a posição geográfica, o que me levou a adquirir um navegador GPS. Analisando praticidade, facilidade de uso e custo, escolhi o eTrex Legend da Garmin. O aparelho vem acompanhado de um cabo de interface, permitindo ser ligado a um computador utilizando uma porta serial, que eu previamente já sabia que poderia ser feito no Ubuntu.

Faltava escolher o programa. Testei alguns que estavam disponíveis pelo gerenciador de aplicativos, e acabei escolhendo o Viking. O Viking é um programa para gerenciar dados de GPS, que permite importar e traçar trilhas e waypoints. Para importar dados do eTrex é bem simples. Basta ir no menu File -> Acquire -> From GPS, que a janela de opções é aberta:
Basta dar OK, que a importação começa:

Eu tenho o costume de exportar cada nova trilha no formato GPX, que permite a utilização dos dados por outros programas, como por exemplo o Google Earth. Um detalhe importante é que a atual versão (0.9.8) não permite exportar individualmente cada trilha (como dito aqui). Para contornar isso, é preciso inicialmente criar um novo TrackWaypoint Layer (em Layers -> New TrackWaypoint Layer) e arrastar a nova trilha para lá, exportando este novo layer.

O programa tem outras ferramentas, e consegui construir mapas com diversos layers facilmente.


Uma característica interessante é que o programa permite gerar uma imagem do mapa (em File -> Generate Image File), tornando útil para diversos fins.


F.M.

terça-feira, 2 de junho de 2009

D-Link DWA-110 no Ubuntu...

Dei um tempo na minha relação com a Claro 3G. Quem já tenha lido o meu blog teve ter notado que o casamento com a Claro 3G não ia bem. Na verdade, nunca foi bem. Aproveitei que mudei de cidade e passei a residir em um hotel, pelo menos por um tempo, e que tem rede wireless, resolvi suspender o plano com a Claro e usar a rede disponível. Como eu não tinha nenhum adaptador de rede, tive que comprar um, que atendesse três requisitos:
1) teria que funcionar no Ubuntu 9.04 com nenhuma ou com fácil configuração;
2) facilmente encontrado (por causa da mudança, não tinha muito tempo para procurar);
3) barato, ao menos com custo semelhante a um mês de banda larga da Claro.

Consultei o oráculo, procurei aqui a ali, até que encontrei este tópico e resolvi testar. Comprei o D-Link DWA-110 e fiz minha mudança. Quando cheguei no hotel, pluguei o adaptador e liguei o PC. O Ubuntu reconheceu o adaptador e saiu funcionando.

Instalação??? Para que???

Não estava previsto que a rede do hotel estava protegida por criptografia WEP. Mas isso não foi nenhum problema.
Foi colocar a senha e pronto.


Tudo funcionando. Suspendi o plano da Claro 3G, comprei um adaptador e economizei R$ 0,99 no primeiro mês. Baita negócio.

F.M.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

What??? Saraiva is Listed as Suspicious????





E agora, vou comprar aonde????

F.M.

P.S.: O Google Safe Browsing é uma extensão para o Firefox que alerta se uma página da web que você visita pede informações pessoais ou financeiras sob falsos pretextos, numa tradução rápida de http://www.google.com/tools/firefox/safebrowsing/.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Estou Voltando II ...

Ok. Faz 261 dias que não escrevo, e essa é a segunda fez que digo que estou voltando. A desculpa é a mesma: problemas com meu casamento com a Claro 3G, outros projetos, preguiça. Prometo aos meus fieis leitores do meu blog (todos os dois !!!), tocar o projeto adiante, começando com uma rápida reatualização de tudo.

Meu relacionamento com a Claro 3G não mudou em nada. Não vejo a hora de pedir o divórcio. O que mudou um pouco é que, a partir da versão 8.10, o Ubuntu vem com suporte ao 3G, sem precisar maiores configuração. No caso, a única coisa ainda pode ficar pendente é o DNS. Há quem consiga resolver isso colocando no Automático (veja aqui). Eu prefiro, para garantir, continuar utilizando o OpenDNS.

De resto, comentando alguns posts na ordem das postagens no meu blog:

Horário de verão no Ubuntu...: Passado. Não é preciso fazer nada para que o Ubuntu, nas novas versões, funcione corretamento com o horário de verão.

Estou livre 151 dias....: Agora são 727 dias. Festinha de "2 Anos 100 % Livre" nos próximos dias.

Configuração do Gmail no Evolution...: As configurações são as mesmas. Atualmente, não uso mais o Evolution, estou somente nas nuvens já alguns meses.

Proteção de tela e papel de parede...: Isso continua, e a quantidade de paisagens aumenta a cada ano...

eMule sem nenhum servidor...: Meu mais famoso post, responsável por mais de 35% dos acessos ao meu blog. Agradeço as visitas, e espero que a informação esteja atualizada, por que eu não tenho a menor idéia. E essas visitas todas me faz pensar em terminar o super manual do eMule, que eu deixei em algum lugar....

Eu participei do Desafio Telefônica....: Não levei nada além da experiencia. A parte boa é que boa parte do material serviu de base para o meu estudo de caso, um do projetos que me manteve ocupado nos ultimos meses.

Problemas com PDF no Gutsy...: Aposentei o Gutsy a um bom tempo, e nunca mais tive o problema relatado.

Eu tó voltando....: E já tó indo de volta para algum lugar no interior. Em breve no blog.

Como não....: Agora não mais. Vendi o Jeep.

O Dia...: Trabalho da faculdade em UML??? Nunca mais.

Rã à milanesa...: Estava muito boa. Espero repetir um dia. Difícil é encontrar no mercado carne de rã.

O que não dizer no MSN...: Ainda aparece coisas inacreditáveis no meu MSN, impublicável até mesmo na série Flagras no MSN.

Começos....: Nem me fale de começos... Em breve.

Medo...: Um dias desse post mais algumas frases de minha autoria.

Faltam 29 dias (29???? não era para ser 90????)...: Bem, pelo menos mudanças totalmente fora de controle não é nenhuma novidade... Em breve.

Engenharia Reversa com o Wireshark...: Projeto do post sobre o Google Maps API arquivado.

Quero a Mi Torrico na Playboy....: Ela não chegou lá, mas quem sabe um dia. Participem da campanha http://michellitorricomusa.blogspot.com/.

Domínio Personalizado no Blogger...: Que eu saiba, as configurações continuam as mesmas.

Sem o Youtube e agora sem o youtube-dl???? e youtube-dl, pornotube-dl e metacafe-dl...: Bem, pelo menos isso não precisei mais usar. O velho esquema do cache do Firefox funciona.

Estou quase de volta, só mais um pouco...: Bem, foi a primeira vez. Mas não a última...

MV Maps...: Projeto aposentado.

Eu agora sou um Geek...: O Filipe Freitas continua agregado ao Planet Geek, prometo fazer jus ao voto de confiança.

MarquesBlog é página amiga do FISL...: E a partir de hoje, também página amiga do fisl 10.

Erro no OpenOffice...: Nunca mais tive este problema.

Gadgets no Orkut...: Agora largamente utilizados, virou mania no Orkut (BuddyPoke que o diga). o PhotoAttack é conhecido atualmente por PhotoBuzz.

Imposto de Renda no Ubuntu...: Esse ano também declarei meu IR. 100 % livre, 100 % fácil.

Erro no Mplayer...: A cada versão, o Ubuntu chega mais perto da perfeição. Minhas placas de vídeo e de captura estão se entendendo muito bem agora.

Mplayer e o XScreenSaver...: Sem problemas atualmente.

Medibuntu e os meus AMRs...: Nem me fale em AMR, o meu MP5 Made in China foi para o espaço...

Ferramenta certa, mas a hora...: Será útil, para fazer o backup no blog, a partir de agora.

Photofunia: и телефон?...: Volta e meia faço uma foto...


É isso por hoje,

F.M.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Photofunia: и телефон?...

Entre outras, uma das coisas que eu gostaria de saber usar decentemente são os programas de edição de imagem, como o Gimp e o Photoshop. Nunca consegui fazer algo que pudesse ser considerado decente com estes programas, mal e porcamente consigo fazer alguma edição bem básica nas imagens. Fico impressionado quando vejo pela internet afora verdadeiras obras que eu levariam uns 1.000 anos fazer algo parecido, e nem vou falar dos diversos tutoriais existentes no Youtube.

Mas nem tudo está perdido. Passeando sem rumo pela internet, dei uma passada no Brogui.com e li sobre o Photofunia, que é um sitio russo que permite colocar nossas imagens em diversas molduras, dando um efeito bastante legal nas fotos. E é bem fácil de usar, basta escolher a moldura, selecionar a figura e aguardar o processamento... e tá pronto.

Можете ли вы название модели? и телефон?*
Agradeço o meu colega Jonas Rosa pela minha famosa foto "Mosca Assassina"

Uma imagem dessas eu levaria uns 200 anos para fazer. E falando em fazer, para algumas edições mais básicas, sugiro o Pixlr, que é um editor de imagem online bem leve a fácil de usar. Dica do Meio Bit (aqui).

F.M.

*Algo parecido com "Qual o nome da modelo? e telefone?", em russo.

domingo, 17 de agosto de 2008

Ferramenta certa, mas a hora...

Como alguns meses atrás o Registro.BR mudou suas regras, permitindo que as pessoas físicas pudessem registrar domínios .com.br (anteriormente somente as pessoas jurídicas podiam), resolvi registrar o domínio marquesfab.com.br, que é o nick que eu uso desde o meu início na internet. No inicio, comecei como o meu e-mail, que passou a ser fabiano@marquesfab.com.br (com a ajuda do Google Apps, em breve faço um post), e depois eu pensei em passar o meu blog de www.fabiano.marques.nom.br para www.marquesfab.com.br. Comecei a migração a algumas semanas atrás, no momento estou publicando nos dois domínios. Um detalhe importante é que não havia uma ferramenta de migração, tive que copiar e colar cada post que eu tinha publicado, e alterando na mão cada link que foi necessário corrigir.

Como eu disse, não HAVIA ferramenta...

Hoje, eu dei uma passada na Banca de Revista procurando a SuperInteressante e dei de cara com o post super interessante "Nerd: Salve seu Blog". Em resumo, agora já é possível importar e exportar as postagem do Blogger, sem precisar fazer no braço. As postagens e os comentários são exportados para um único arquivo XML, o que permite, inclusive, fazer algumas alterações em lote, como por exemplo corrigir links. Depois é só importar. E pronto.

A opção aparece, no momento, somente no Blogger in Draft.

Pena que no meu caso a novidade chegou atrasada. Mas me serve pelo menos para fazer backup.

F.M.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Medibuntu e os meus AMRs...

Andei comprando semana passada um MP5 para, entre outras coisas, gravar as aulas de um curso que estou fazendo. Um dos problemas que eu tive com o brinquedinho é que ele grava os arquivos de áudio no formato amr e os de vídeo no formato 3gp, sendo que ambos não são suportados nativamente pelo Ubuntu (nem pelo Windows XP).

Ao tentar abrir o arquivo no Mplayer, gerava um erro de falta de codec.
Cannot find codec for audio format 0x726D6173.

Procurando no Guia do Mochileiro, encontrei diversas soluções para o problema, sendo que o mais simples é adicionar no Synaptic o Medibuntu, que é um repositório de pacotes não incluídos nos repositórios padrões do Ubuntu por questões legais. Para instalar, basta seguir as instrução na página do projeto, aqui, ou se preferir as instruções em português de Portugal, aqui, ou, já que esta aqui mesmo...

- Abra o programa Gerenciador de Pacotes Synaptic em Sistema -> Administração ->
- No menu, selecione Configurações -> Repositórios
- Selecione a aba Programa de Terceiros e clique no botão Adicionar...
- No campo Linha do APT, digite deb http://packages.medibuntu.org/ hardy free non-free, supondo que esteja usando o Ubuntu versão 8.04, e clique no botão Adicionar Canal
- Agora, baixe o arquivo chave do repositório http://packages.medibuntu.org/medibuntu-key.gpg e salve em algum lugar
- Selecione a aba Autenticação e clique no botão Importar Arquivo Chave...
- Localize o arquivo que você acabou de baixar e clique no botão OK
- Volte para a tela inicial do Synaptic e clique no botão Recarregar

Tudo isso poderia ser resumido em dois comandos no terminal, mas como tem gente que acha que é mais difícil digitar na tela preta da consola...
echo "deb http://packages.medibuntu.org/ hardy free non-free" | sudo tee -a /etc/apt/sources.list

wget -q http://packages.medibuntu.org/medibuntu-key.gpg -O- | sudo apt-key add - && sudo apt-get update

Depois de adicionado o repositório e baixado os pacotes, tá feito.

Eu, como não quero andar por aí com uns arquivos alienígenas no bolso, tó convertendo todos os meu arquivos para o formato mp3, usando o ffmpeg.
marques@marques-desktop:~$ ffmpeg -i Aud0010.amr Aud0010.mp3
Para não ter que fazer um por um, adaptei um shell script para fazer o serviço.
#!/bin/bash

contador=1
ordem=0001

for i in *.amr; do
echo "Convertendo $i..."
ordem=$(printf "%04d\n" $contador)
ffmpeg -i $i $ordem.mp3
((contador++))
done
F.M.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Mplayer e o XScreenSaver...

Desde que eu comecei a utilizar o Mplayer, em algumas situações, na verdade, a maioria das vezes, notei que ele levava alguns segundos para abrir o vídeo a ser exibido. Inicialmente até pensei que poderia ser o driver de vídeo da ATI que eu estava utilizando, e por aí eu comecei a investigar. Seguindo o Kurumin 7 - Guia prático comecei tentando alterar a opção de drivers no Mplayer (botão direito > Preferences > aba Video), porém sem êxito. Comecei então a olhar as outras abas, para ver se encontrava alguma coisa. Na aba Misc, acabei deparando com a opção "Stop XScreenSaver". Na hora me veio uma luz e acabei desmarcando a opção para ver no que que dava. E não é que deu certo, os vídeos começaram a abrir na hora, ou melhor, no segundo. Tirando uma consulta com o pai Google, acabei encontrando menção a um bug envolvendo esta opção do Mplayer.
Ainda estou com alguns problemas com o Mplayer, tem alguns vídeos em que a imagem e o som ficam fora de sincronia, tó pensando em usar Kaffeine para resolver o o problema.

F.M.

sábado, 19 de julho de 2008

Erro no Mplayer...

Quem leu o post 3G no Ubuntu, parte III - O Retorno do Rei (a minha relação de amor e ódio com a Claro 3G está na mesma...), deve ter notado que estou fazendo algumas experiências, sendo que atualmente estou misturando o gerenciador de janelas Openbox + Cairo-Dock + gnome-panel para ver no que que dá. Isso tudo começou quando eu quis fazer funcionar a minha placa de captura de vídeo no Ubuntu Hardy, mas para isso tiver que instalar novos drivers para minha placa de vídeo ATI, que não se entendeu com o resto, e aí foi. Tó ainda tentando achar uma configuração que me agrade. Mas é assunto para outro post.

Hoje, vou falar de um pequeno problema de Codecs do MPlayer, que eu instalei para substituir o Totem, que é o visualizador de vídeo padrão do Gnome. Quando eu abro alguns arquivos de vídeo, aparece um erro de falta de codecs.
ERROR: Could not open required DirectShow codec wmvdmod.dll
(Ao fundo, Alessandra Galo, mais uma paisagem do Thegirl)

No meu caso, o vídeo até roda sem problemas, só tem aquela mensagem de erro toda vez que abre o vídeo. Rodando o programa pela consola, se tem mais informações.

marques@marques-desktop:~/Temp$ mplayer FOR
MPlayer 1.0rc2-4.2.3 (C) 2000-2007 MPlayer Team
CPU: AMD Athlon(tm) 64 Processor 3200+ (Family: 15, Model: 47, Stepping: 2)
CPUflags: MMX: 1 MMX2: 1 3DNow: 1 3DNow2: 1 SSE: 1 SSE2: 1
Compiled with runtime CPU detection.
mplayer: could not connect to socket
mplayer: No such file or directory
Failed to open LIRC support. You will not be able to use your remote control.

Playing FOR.
ASF file format detected.
[asfheader] Audio stream found, -aid 1
[asfheader] Video stream found, -vid 2
VIDEO: [WMV3] 384x288 24bpp 1000.000 fps 277.0 kbps (33.8 kbyte/s)
xscreensaver_disable: Could not find XScreenSaver window.
==========================================================================
Opening video decoder: [dmo] DMO video codecs
Win32 LoadLibrary failed to load: wmv9dmod.dll, /usr/lib/win32/wmv9dmod.dll, /usr/local/lib/win32/wmv9dmod.dll
IMediaObject ERROR: 0x88abfc9 could not open DMO DLL (0x0 : 0)
Failed to create DMO filter
ERROR: Could not open required DirectShow codec wmv9dmod.dll.
You need to upgrade/install the binary codecs package.
Go to http://www.mplayerhq.hu/dload.html
VDecoder init failed :(
Opening video decoder: [dmo] DMO video codecs
Win32 LoadLibrary failed to load: wmvdmod.dll, /usr/lib/win32/wmvdmod.dll, /usr/local/lib/win32/wmvdmod.dll
IMediaObject ERROR: 0x88abfc9 could not open DMO DLL (0x0 : 0)
Failed to create DMO filter
ERROR: Could not open required DirectShow codec wmvdmod.dll.
You need to upgrade/install the binary codecs package.
Go to http://www.mplayerhq.hu/dload.html
VDecoder init failed :(
Opening video decoder: [ffmpeg] FFmpeg's libavcodec codec family
Selected video codec: [ffwmv3] vfm: ffmpeg (FFmpeg M$ WMV3/WMV9)
==========================================================================
==========================================================================
Forced audio codec: mad
Opening audio decoder: [ffmpeg] FFmpeg/libavcodec audio decoders
AUDIO: 48000 Hz, 2 ch, s16le, 64.0 kbit/4.17% (ratio: 8004->192000)
Selected audio codec: [ffwmav2] afm: ffmpeg (DivX audio v2 (FFmpeg))
==========================================================================
AO: [pulse] Failed to connect to server: Connection refused
AO: [alsa] 48000Hz 2ch s16le (2 bytes per sample)
Starting playback...
VDec: vo config request - 384 x 288 (preferred colorspace: Planar YV12)
VDec: using Planar YV12 as output csp (no 0)
Movie-Aspect is undefined - no prescaling applied.
VO: [xv] 384x288 => 384x288 Planar YV12
A: 21.6 V: 21.6 A-V: 0.000 ct: -0.043 415/415 5% 0% 0.8% 15 0

Para resolver, é simples. É ir na página http://www.mplayerhq.hu/dload.html, baixar o arquivo certo (em Binary Codec Packages), no meu caso, e na atual versão, era o essential-20071007.tar.bz2, para a família Linux x86, cria a pasta /usr/lib/win32 e extrair tudo lá.

E tá resolvido.

F.M.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Ajude o Guia do Mochileiro das Galáxias e Outros Projetos...

Quem tem acompanhado o meu blog deve ter notado que tenho o costume de criar links para a Wikipédia nas principais palavras e expressões dos meus posts. Faço isso para auxiliar a quem se der o trabalho de ler algum posts meu e para apoiar o projeto, que já me quebrou um galho várias vezes. Falando em apoiar o projeto, o BR-Linux está fazendo uma super promoção:

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!

…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Participe você também!!!


Usando a Wikipédia para fazer os meus trabalhos escolares...
(A imagem peguei emprestado do site www.vounessa.com.br.)

F.M.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

3G no Ubuntu, parte III - O Retorno do Rei ...

Quem acompanhou a série 3G no Ubuntu (veja a parte I e a parte II), além das diversas pequenas participações em outros posts no meu blog, deve ter notado que a minha relação com a banda larga 3G da Claro não é muito boa. Ela continua a mesma, entretanto agora estou conseguindo conviver com ela quase que sem maiores conflitos.

Desde a instalação do Ubuntu 8.04, comecei a me conectar sem utilizar um discador. Configurei o modem na Configuração de Rede (menu Sistemas > Administração > Rede), que faz a discagem durante o boot do sistema.

Na configuração de rede, clique no botão "Desbloquear". Vai abrir uma janela para digitar a senha (precisa ser um usuário com acesso de administrador).

Selecione "Conexão ponto a ponto" e no clique botão "Propriedades".

Na aba "Geral", marque "Habilitar essa conexão". Em "Tipo de conexão", selecione "Modem serial". No "Número do telefone", digite *99***1#, e em "Nome de Usuário" e em "Senha", claro.

Na aba "Modem", selecione como "Porta do modem" /dev/ttyUSB0.

Na aba "Opções", marque "Definir o modem como rota padrão para a internet" e "Tentar novamente se a conexão for cortada ou falhar ao iniciar" e clique no botão "OK".

Voltando a tela inicial, vá até a aba "DNS" e adicione os Servidores DNS 200.169.117.14 e 10.229.28.29, ou, se preferir, use os servidores OpenDNS 208.67.222.222 e 208.67.220.220. Ou, se quiser, digite tudo.

Recentemente, quando a Claro liberou uma APN exclusiva para os clientes do Claro 3G (para utilizar, tem que ligar para o suporte e solicitar a alteração), até cheguei a usar o Gnome PPP, só que a internet com a nova a nova APN era igual a internet com a velha APN, ou seja, a alteração não ajudou em nada.

Por sorte, lendo com mais vagar o tutorial Instalando e configurando CLARO 3G no Ubuntu, do Guto Carvalho, vi que lá no meio do script que ele criou tinha um comentário e um comando

# tentando manter a conexao ativa
ping terra.com.br > /dev/null &

E sabe que ele tem razão. Parece incrível, mas deixando numa consola um ping eterno durante o uso, a conexão raramente dá problema. Tanto no Ubuntu, tanto no Windows. A conexão até pode começar ruim, mas depois de um tempo (já tive caso de esperar uns 10 minutos), a conexão se estabiliza em 3G e vai embora. Tó usando esta gambiarra um pouco mais de uma semana, e os resultados são muito bons, pois é só tirar o ping que a internet volta a ser o que era.


(Ao fundo, Paz Moreno, mais uma paisagem do Bella da Semana, e a versão beta do meu novo desktop. Mas isso é assunto para outro post.)

Hoje por exemplo, começou com um time de de incríveis 20.000 ms (e não começou mal, já vi coisa muito pior), mas depois a rede engatou a segunda e ficou oscilando entre 100-150ms. Visto do jeito que era, tá muito bom.

F.M.

sábado, 7 de junho de 2008

Estou voltando...

Depois de quase passar três meses sem postar nada, eu estou voltando. Aos poucos. Estava envolto com os meus problemas com a Claro 3G (como postado aqui, aqui, aqui, ...), que acho que comecei a resolver (uma outra hora faço um post), me deixando sem as ferramentas de trabalho, além tambem de estar envolvido em outros projetos, que acarretou eu não ter tempo, nem condições, de atualizar o meu blog. Mas agora vamos tentar seguir com os trabalhos.

Nesse meio tempo que estive fora, comecei a usar a nova versão do Ubuntu, a 8.04 Hardy Heron, fui no FISL 9.0, comecei a usar o GNUCash para organizar as minhas contas, entre outras coisas. Mas isso eu conto outra hora.

F.M.

domingo, 9 de março de 2008

Imposto de Renda no Ubuntu...

Uma das coisas que comecei a fazer esta semana é a minha declaração de imposto de renda. Quando olhei o meu comprovante de rendimentos e de retenção de imposto de renda vi que a mordida foi bem feia este ano. E pior que o leãozinho não larga o osso tão fácil, e é difícil pegar de volta uma boa beira do que paguei. Até estava pensando aqui: Será que dá para colocar o Tux com dependente?? E posso considerar os meus gastos com internet como gasto com educação??? E dá para considerar o Powerball como despesas médicas???

Mas antes de pensar nestas questões relevantes, tive que instalar os programas da Receita no Ubuntu. Primeiro, como o programa foi desenvolvido em Java, temos que ter a máquina virtual Java instalada. A segunda coisa, foi a mais difícil: baixa o programa da receita federal. Não sei porque, mas boa parte da população brasileira resolver baixar os programas da receita no primeiro dia. Acho que anunciaram que estava disponível o programa IRPF 2008 pirata + serial + cracker, e todo mundo quis aproveitar. E olha que somos um povo de deixar tudo para última hora.

Resolvendo esta pendenga, temos que dar permissão de execução nos arquivos baixados (o IRPF 2008 e o Receitanet), e mandar instalar. Depois é pegar os paper e chorar...


F.M.

sábado, 8 de março de 2008

Gadgets no Orkut...

Esta semana foi bem agitada. Fiz várias coisas ao mesmo tempo e acabei esquecendo do MarquesBlog. Na verdade comecei vários posts e terminei nenhum, mas que pretendo terminar e publicar em breve (promessas que nem esta aqui... eu sei, ainda nem publiquei a segunda parte do MV Maps), falando sobre o meu trabalho de conclusão da faculdade de Gestão da Tecnologia da Informação, sobre o programa de declaração de imposto de renda no Ubuntu, sobre o Ubuntu 8.04, sobre outras tantas coisa que nem sei mais. Hoje vou terminar o post sobre do Orkut .
...

Estamos a poucos dias de uma revolução no Orkut. A rede de relacionamentos mais usada pelos brasileiros, nos próximos dias (se não atrasar de novo) deverá lançar uma novidade: aplicativos, ou se preferir, gadgets, dentro do Orkut, utilizando a plataforma OpenSocial.

O OpenSocial é uma plataforma aberta desenvolvida pelo Google, lançada no final do ano passado, que tem o apoio de diversas redes de relacionamento, e permite que desenvolvedores criem os mais diversos aplicativos para funcionar em todas as redes que aderirem à plataforma.

Apesar de ainda não estar disponível para o público em geral, a nova funcionalidade já esta disponível para os desenvolvedores testarem seus aplicativos. Como eu sou um super extra grande candidato a programador de final de semana, consegui acesso ao novo sistema. Ainda não tem muitos aplicativos disponíveis, e nem tudo esta funcionando 100%, mas já dá para ter uma idéia do que o futuro nos reserva.

Para encerrar, e aproveitando que o blog oficial do Orkut publicou ontem um post falando sobre o PhotoAttack (aqui), um dos novos aplicativos que estarão disponíveis em breve, vou mostrar um screenshots do aplicativo.

(Michael Jackson atacando a foto de uma amiga...)

F.M.

sábado, 1 de março de 2008

Erro no OpenOffice...

Esta semana eu resolvi dar uma reformatada no meu hd, para melhorar a divisão entre as partições, e também poder instalar o Ubuntu 8.04 Alpha 5, e sobre isso que escrevo outro hora, e acabei tendo que reinstalar o Gutsy.

Instala pacote aqui, pacote ali, tudo funcionando novamente. Só que o OpenOffice....

(Ao fundo, Fernanda Menegon, mais um belo papel de parede do belladasemana.com.br)

Basicamente, quando eu tentava abrir o OpenOffice, aparecia uma mensagem de "The application cannot be started." Tentando abrir pelo terminal, dava a seguinte mensagem de erro:
[Java framework] Error in function createSettingsDocument (elements.cxx).javaldx failed!
[Java framework] Error in function createSettingsDocument (elements.cxx).
Dei uma olha rápida no guia do mochileiro das galáxias e não achei nada de útil. Depois descobri que se eu abrisse como superusuário, abria sem problemas, o que poderia indicar que era só uma mera questão de configuração.

Pois ontem, por coincidência, estava eu olhando algumas pastas ocultas quando vi que a pasta .openoffice.org2 (em /home/usuário) estava como proprietário o root.
marques@marques-desktop:~$ sudo ls -l .openoffice.org2
total 4
drwxr-xr-x 17 root root 4096 2008-02-25 23:28 user
Pois bem, só mudei o proprietário...

marques@marques-desktop:~$ sudo chown --recursive marques.marques .openoffice.org2

... e a normalidade foi restabelecida.

F.M.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Festival Internacional de Linguagem Eletrônica...

Sábado, fui no Santander Cultural, em Porto Alegre, interagir com as obras do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, que ocorre simultaneamente aqui e no Rio de Janeiro, no Oi Futuro.

Interagir é a palavra mais apropriada, pois em quase todas as obras o público participa ativamente, muitas vezes fazendo também parte da obra. É o que ocorre na obra do brasileiro Marcio Ambrosio, que apresenta a Oups!, e na obra da belga Yacine Sebti, que apresenta a Jump!, onde o visitante participa como personagem, "pulando", na obra belga, e interagindo com as animações, na obra brasileira. Destaca-se também a obra do venezuelano Ernesto Klar, a Convergenze Parallele, onde o visitante "sopra" a imagem e o som, e a brasileira Piso, dos artistas Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, entre outras.

(Foto da obra Convergenze Parallele)

O Festival foi notícia no Jornal Nacional de segunda-feira (aqui, como sempre, eu tó atrasado...) , e vai até o dia 20 de abril. A entrada é "di gratiz".

F.M.